As andorinhas voam equidistantes por razões de simetria sem razão.
A frase razoavelmente incompleta.
O estigma das labaredas, um intervalo na dor, para que se veja, para que se sinta, e para que arda a indiferença física do todo-carbonizando.
Uma vez em lata, a sardinha é o nunca ter sido.
O queixume extingue-se num rastilho de martírio censurado, um flagelo sem crasso por questões de vocabulário mental.
Esporádicas asserções do seja como for, algumas por acontecer, mas debaixo da língua, o sabor a repetição mascarado de predador.
Uma voz quebrada pela continuidade de quando dá voz ao simples..
Complexado pela polifonia de um simples sem harmónicas.
Uma distância não fixa, mas para lá da cartografia.
Fim aos enredos sem história, universais em geografias sem mapa.
Destroços mal varridos, para que estale um novo princípio-fim.